sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

A PRECE - ALLAN KARDEC

660 - A prece torna melhor o homem?

"Sim, porquanto aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo.
 É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade."




         Fonte: O Livro dos Espíritos.
                     Grifos nossos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

ESTUDO SISTEMATIZADO DE DOUTRINA ESPÍRITA - PARTICIPE


"O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá."

Allan Kardec - LE Introdução, item VIII





Consequências do ESDE

O ESDE traz consequências bastante amplas para aqueles que o frequentam: 1) facilita a reforma íntima; 2) garante a unidade de princípios em torno do estudo, facultando a compreensão e a assimilação corretas dos princípios doutrinários espíritas; 3) proporciona a propagação da Doutrina Espírita nas bases em que foi codificada; 4) favorece o desenvolvimento da fé raciocinada; 5) contribui para a formação de expositores mais bem preparados; 6) possibilita o entendimento do verdadeiro sentido da palavra caridade, induzindo à sua prática; 7) incentiva a participação de todos e propicia condições favoráveis para o desenvolvimento da criatividade, da colaboração e da responsabilidade.


Fonte: O Livro dos Espíritos - Allan Kardec 
Orientação ao Centro Espírita - FEB

SOLIDARIEDADE: COMUNHÃO UNIVERSAL - Léon Denis


LIVRE-ARBÍTRIO - Conforme Allan Kardec

843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos?

"Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre-arbítrio, o homem seria máquina."

844. Do livre-arbítrio goza o homem desde o seu nascimento?

"Há liberdade de agir, desde que haja vontade de fazê-lo. Nas primeiras fases da vida, quase nula é a liberdade, que se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento das faculdades. Estando seus pensamentos em concordância com o que a sua idade reclama, a criança aplica o seu livre-arbítrio aquilo que lhe é necessário."


Fonte: O Livro dos Espíritos

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

ROTINA - Joanna de Ângelis

[...] Rotina é como ferrugem na engrenagem de preciosa maquinaria, que a corrói e arrebenta. 
     Disfarçada como segurança, emperra o carro do progresso social e automatiza a mente, que cede o campo do raciocínio ao mesmismo cansador, deprimente.      O homem repete a ação de ontem com igual intensidade hoje; trabalha no mesmo labor e recompõe idênticos passos; mantém as mesmas desinteressantes conversações: retorna ao lar ou busca os repetidos espairecimentos: bar, clube, televisão, jornal, sexo, com frenético receio da solidão, até alcançar a aposentadoria. 
     Nesse ínterim, realiza férias programadas, visita lugares que o desagradam, porém reúne-se a outros grupos igualmente tediosos e, quando chega ao denominado período do gozo-repouso, deixa-se arrastar pela inutilidade agradável, vitimado por problemas cardíacos, que resultam das pressões largamente sustentadas ou por neuroses que a monotonia engendra.
     O homem é um mamífero biossocial, construído para experiências e iniciativas constantes, renovadoras. A sua vida é resultado de bilhões de anos de transformações celulares, sob o comando do Espírito, que elaborou equipamentos orgânicos e psíquicos para as respostas evolutivas que a futura perfeição lhe exige. 
     O trabalho constitui-lhe estímulo aos valores que lhe dormem latentes, aguardando despertamento, ampliação, desdobramento. Deixando que esse potencial permaneça inativo por indolência ou rotina, a frustração emocional entorpece os sentimentos do ser ou leva-o à violência, ao crime, como processo de libertação da masmorra que ele mesmo construiu, nela encarcerando-se. Subitamente, qual correnteza contida que arrebenta a barragem, rompe os limites do habitual e dá vazão aos conflitos, aos instintos agressivos, tombando em processos alucinados de desequilíbrios e choque. 
     Nesse sentido, os suportes morais e espirituais contribuem para a mudança da rotina, abrindo espaços mentais e emocionais para o idealismo do amor ao próximo, da solidariedade, dos serviços de enobrecimento humano. 
     O homem se deve renovar incessantemente, alterando para melhor os hábitos e atividades, motivando-se para o aprimoramento íntimo, com conseqüente movimentação das forças que fomentam o progresso pessoal e comunitário, a benefício da sociedade em geral. Face a esse esforço e empenho, o homem interior sobrepõe-se ao exterior, social, trabalhado pelos atavismos das repressões e castrações, propondo conceitos mais dignos de convivência humana, em consonância com as ambições espirituais que lhe passam a comandar as disposições íntimas. 
     O excesso de tecnologia, que aparentemente resolveria os problemas humanos, engendrou novos dramas e conflitos comportamentais, na rotina degradante, que necessitam ser reexaminados para posterior correção.[...]





SOLIDARIEDADE: COMUNHÃO UNIVERSAL - Léon Denis